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Comunicação não-violenta é tema de oficina na Jornada

A comunicação não-violenta foi tema de uma rodada de conversas dos alunos da Puc Goiás na manhã, desta sexta-feira (25), no Campus II da PUC Goiás. Mediada pela professora da Escola de Ciências Sociais e da Saúde, Larissa Seabra Toschi, a atividade faz parte do 3º Programa de Formação Continuada de Monitores, e compôs a programação da V Jornada da Cidadania. O trabalho é resultado da parceria entre a PUC Goiás e a Arquidiocese de Goiânia e tem como objetivo socializar o conhecimento produzido pelos alunos e professores da instituição.

Na rodada foi enfatizada a comunicação como um processo fundamental para a concepção do ser humano como ser social. Há cerca de 70 mil anos, o homem tem usado a comunicação para transmitir conhecimento e cultura, bem como superar as adversidades que sua constituição física frágil. Apesar de todo o avanço e o domínio das novas tecnologias, os seres humanos ainda possuem muita dificuldade em manter uma comunicação que nãos seja carregada de violência e de enfrentamentos. Parar ajudar a superar essas barreiras, surge a metodologia de Comunicação Não-Violenta (CNV) como objetivo o de resolver qualquer tipo de embate, incluindo aqueles ligados à vida privada.

“Ela é abrangente, eu posso utilizá-la para qualquer coisa. Onde existe gente, existe conflito”, explica a mediadora da rodada de conversa. Dessa forma, ela aponta que a CNV ocorre quando há clareza na comunicação, com o estabelecimento da importância de compreensão da necessidade do outro. Assim, surge da observação de cinco etapas do processo da comunicação: ouvir, observar, detectar o sentimento; apontar uma necessidade não atendida e, por fim, atender ao pedido.

Para entender como os “ruídos” da comunicação se formam, a pesquisadora aponta que sempre ouvimos o outro acompanhado de sentimentos que o interpretam. “As pessoas ouvem mal. Como num ciclo, o julgamento moral impede que o receptor, em uma conversa, consiga identificar as carências que existam por trás dos sentimentos expostos pelo emissor”, aponta. E lembra ainda que toda necessidade é legítima, mas que não podemos acreditar que nossas necessidades pessoais dependam de terceiros.

Participando da palestra, o estudante do curso de Letras, Reginaldo Rodrigues de Oliveira, afirma que descobriu a CNV por meio do site da PUC Goiás. Por se tratar de um tema tão amplo como a comunicação, ele afirmou que o novo conhecimento o fez traçar paralelos com outras experiências de outros cursos. “A palestra me despertou mais ainda para a nossa realidade, para a possibilidade de trazê-la para o nosso dia-a-dia”, sugeriu.

 

Foto e texto: João Moreno – 8º período de Jornalismo.

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