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Evento debate a importância da arte indígena

A importância do ingresso da população indígena no campo acadêmico e a representação do processo artístico e cultural como forma de manutenção da identidade deste povo foram tema de mesa redonda sobre a arte indígena, educação intercultural e patrimônio imaterial realizada nessa sexta-feira, no auditório do bloco G, campus II da PUC-GO. A bancada foi composta por Daiara Tukano, da rádio Yandê, pelo professor Manuel F. L. Filho, da UFG e o professor Alexandre Ferraz Herbetta, também da UFG e a mediadora, professora Adriane Camilo Costa, da PUC-GO.

Alexandre Ferraz Herbetta, professor doutor em Antropologia da UFG, em sua exposição, apresentou o Núcleo Takinahaky, que visa a reformulação dos projetos políticos e pedagógicos nas escolas indígenas. O projeto abrange 20 grupos participantes de vários estados, entre eles Goiás, Maranhão, Tocantins e Mato Grosso e tem a arte como objeto central de discussão.

“O núcleo discute a problematização de algumas categorias centrais para o funcionamento da escola, sendo uma delas a arte e seu conceito. Para os indígenas, ela aparece como uma série de domínios conectados, a dança, a pintura corporal e a música, que se relacionam à alimentação e à organização social, ” explica Ferraz.

Manuel F. L. Filho, professor pós-doutor em Antropologia Cultural da UFG, apresentou o projeto Kamaxywe Karajá, que tem como fim a catalogação de objetos indígenas do século XX e apresentou estudos específicos e detalhados sobre peças que compõem o acervo do Museu Nacional no Rio de Janeiro.

Texto: Gabriel Hamon de Aquino- 5º período Jornalismo

Foto: Lucas Rafael Nunes- 5º período Jornalismo

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