O Curso

O curso de Engenharia de Controle e Automação, implantado pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) em 2009, atende à demanda de mercado tecnológico por profissionais capazes de integrar os conhecimentos de áreas multidisciplinares, uma vez que a indústria, o comércio e a sociedade necessitam de um profissional que saiba associar as diversas tecnologias em favor da automação industrial, comercial, predial e residencial do futuro. Seus egressos atuam no mercado de trabalho nas áreas de desenvolvimento de máquinas, integração de sistemas em indústrias de transformação e em centros de pesquisa.
A proposta curricular do curso é de formar engenheiros capazes capaz de conceber, implantar, analisar e adaptar unidades de produção que exigem controle e gerência automatizados, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística em atendimento às demandas da sociedade.

CONTATOS COM A COORDENAÇÃO

Coordenador: Prof. Vitor Hugo Martins e Resende, Me.
e-mail da coordenação: vitorhugo@pucgoias.edu.br
Fone: (62) 3946-1437
Horário de atendimento: segunda-feira das 13h30min às 16h30min, terça-feira das 9h às 10h30min e quarta-feira das 9h às 12h20min.

CONTATOS COM  ESCOLA

Diretor (a): Prof. Fábio Simões
Secretária: Alessandra Almeida
e-mail da Escola: engenharia@pucgoias.edu.br
Fone: (62) 3946-1351
Horário de atendimento: segunda a sexta-feira, das 8h às 12 horas e das 13h às 17 horas

Diferencial

O curso de Engenharia de Automação tem como base o ensino por meio da teoria, da simulação e da prática. Para atender a dimensão da teoria, o curso dispõe de um quadro de professores de mestres e doutores, com experiência profissional no mercado de trabalho da automação. A dimensão simulação é realizada pela utilização de softwares para projeto e para simulação em computador, enquanto a dimensão prática é realizada por meio de laboratórios de experimentos e realização de projetos práticos.

Histórico

O curso de Engenharia de Controle e Automação é um dos mais novos da PUC Goiás e surgiu a partir do colegiado de professores do curso de Engenharia Elétrica da universidade. Um conjunto de disciplinas é comum com as demais engenharias, principalmente com Engenharia Elétrica, curso já consolidado na instituição, que possui considerável número de laboratórios em comum. Egressos do curso de Engenharia de Controle e Automação atuam no mercado de trabalho na área de desenvolvimento de máquinas, integração de sistemas em indústrias de transformação e em centros de pesquisa.

Formação Científico-Tecnológica

A formação tecnológica do aluno do curso de Engenharia de Controle e Automação da PUC Goiás possui conformidade com as diretrizes curriculares nacionais, as quais estabelecem que a formação do engenheiro deve dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:

  • Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia;
  • Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
  • Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
  • Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
  • Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
  • Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
  • Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
  • Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
  • Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
  • Atuar em equipes multidisciplinares;
  • Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
  • Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
  • Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
  • Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
 Formação Crítico-Humanística

A proposta curricular do curso de Engenharia de Controle e Automação proporciona sólida formação aos acadêmicos, mediante um núcleo de conteúdos básicos, profissionalizantes e de formação profissional específica. O engenheiro deve ser capaz de conceber, implantar, analisar e adaptar unidades de produção que exigem controle e gerência automatizados, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística em atendimento às demandas da sociedade.

Mercado de Trabalho

O Estado de Goiás vislumbrou na industrialização a possibilidade de aumento de emprego formal, de renda e de geração de impostos. Incentivos fiscais, concessão de empréstimos e outras facilidades têm sido algumas das estratégias utilizadas para atrair investimentos para o Estado, destacando-se entre elas, a implementação de distritos industriais.

Essa iniciativa está viabilizando novas opções de empregos diretos e indiretos, inclusive para a área profissional da Engenharia, nas suas diversas habilitações. Há um mercado carente por engenheiros especialistas nas áreas de Eletrônica, Mecânica e Automação. É possível inferir que esse profissional poderá atuar de modo decisivo nos seguintes segmentos das atividades econômicas regionais:

  • Pequenas e médias empresas, principalmente do setor alimentício, que estão altamente defasadas do ponto de vista da automação;
  • Pequenas indústrias do setor metal-mecânico prestadoras de serviços para os outros diversos segmentos, que dependem cada vez mais da automação para aumento da produtividade;
  • Indústria sucro-alcooleira que vem ampliando sua atuação em Goiás e no Centro-Oeste;
  • Prefeituras e órgãos governamentais, principalmente nas áreas de controle de emissão de poluentes e conservação ambiental;
  • Indústrias farmacêuticas de diversos portes que necessitam de automação de seus processos de fabricação ou a implantação de novos setores;
  • Grandes empresas dos diversos setores que estão presentes no Estado.

Outro campo de atuação do Engenheiro de Controle e Automação é nas áreas científicas e de desenvolvimento tecnológico, que necessitam de embasamento científico para o setor de pesquisas. A situação das indústrias predominantes na região, no que se refere ao uso da automação de seus processos está em franco desenvolvimento. Elas estão passando por um intenso processo de modernização, em resposta à globalização e com ênfase na privatização, a exemplo de:

  • Indústrias de cimento: em processo de automação;
  • Indústrias de mineração: automação estável e contínua;
  • Indústrias de alimentos: modernização, crescimento e automação emergente com forte atuação das multinacionais;
  • Controle de edifícios: em estado inicial de implantação de automação;
  • Empresas metalomecânica e automotiva: alto nível de automação com a implantação de montadoras bem como suas subsidiárias;
  • Indústrias de açúcar e de álcool: em fase de ampliação, modernização e de automatização;
  • Agricultura e pecuária: mecanização e automação;
  • Telecomunicações: telefonia celular, comunicação pessoal, TV digital e transferência de dados em modernização e expansão;
  • Informatização dos serviços: modernização dos serviços de saúde, bancários, autosserviços;
  • Indústrias de confecção: em fase de mecanização e informatização;
  • Empresas de saúde e hospitalares: em desenvolvimento e modernização de seus serviços;
  • Ensino e universidades: em franco desenvolvimento e uso crescente da informatização;
  • Empresas financeiras e bancárias: em processo de automatização;
  • Serviços de um modo geral: em desenvolvimento, procurando enfrentar a concorrência com a informatização, automação e controle de qualidade;
  • Indústrias farmacêuticas e químicas: processo contínuo de melhoria e automação, principalmente devido às exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).