O Curso

A arqueologia encontra-se em expansão no Brasil. Os profissionais estão sendo absorvidos tanto pela iniciativa privada (arqueologia preventiva) quanto pela pública. O arqueólogo profissional deve estar preparado para realizar pesquisa aplicada e básica de qualidade. Isto contribui de forma significativa para a ampliação quantitativa e qualitativa do conhecimento sobre o passado, conforme os preceitos da ciência arqueológica e as diretrizes e determinações legais do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Os profissionais de Arqueologia da PUC Goiás estão aptos a desenvolver projetos de pesquisa, produzir relatórios técnicos e preparados para dialogar com diferentes profissionais para uma atuação multidisciplinar.

Contatos com a Coordenação:

Coordenador (a): Cristiane Loriza Dantas
E-mail da Coordenação: crisloriza@pucgoias.edu.br
Fone: 3946-1663
Horário de atendimento: das 14h às 20h

Contatos com a Escola:

Diretor(a): Eliane Lopes
Secretário (a): Vicentina Rosa
e-mail da Escola: igpa@pucgoias.edu.br
Fone: 3946-1654
Horário de atendimento: das 8h às 12h, 13h às 17h e das 18h às 22h

Diferencial

O curso tem um caráter multidisciplinar com ênfase nas práticas de laboratório e campo (sítios-escola) e nas teorias que permeiam o pensamento na arqueologia ao longo dos tempos. Diferente dos demais cursos de graduação, o curso de Arqueologia da PUC Goiás está inserido em um instituto de pesquisa, o Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia (IGPA), que há 42 anos desenvolve pesquisas em Arqueologia e Antropologia e que no ano de 2010 recebeu seu segundo prêmio procedente da Unesco, o selo de Memória da América Latina e Caribe.

Em 2011, o curso de Arqueologia recebeu os avaliadores do MEC, que reconheceram o curso com nota 4.

Histórico

A proposta de criação de um curso de Arqueologia na Pontifícia Universidade Católica de Goiá se concretizou em 2006/1 e se fundamentou na necessidade eminente em nossa sociedade de assumir as diversas heranças étnicas e culturais que constituem nossa nação, assim como em atender uma demanda de profissionais habilitados e competentes para atuar no mercado de trabalho.

Formação Científico-Tecnológica

Formar profissionais capazes de elaborar, administrar e executar projetos de pesquisa arqueológica, relatórios técnicos, científicos, laudos e pareceres. Formação de um profissional capaz de atuar nas diferentes áreas de abrangência da arqueologia e em equipes multidisciplinares.

Formação Crítico-Humanística

A formação crítico-humanística dos profissionais está em consonância com os princípios da PUC Goiás e evidenciada nas disciplinas da matriz curricular.

Mercado de Trabalho

Nos últimos anos, a arqueologia brasileira cresceu expressivamente devido a sua inserção nos estudos de impactos ambientais, o que ampliou seu mercado de trabalho. O arqueólogo pode atuar em universidades, museus, casas de cultura, como também em empresas, órgãos públicos, entre outros.

Nas universidades, a pesquisa arqueológica é desenvolvida principalmente em departamentos de arqueologia, antropologia e história. Essa pesquisa é financiada pelas próprias universidades ou por órgãos federais, como o CNPq, Capes ou pelas fundações estaduais de amparo à pesquisa, que disponibilizam recursos financeiros e bolsas de diferentes categorias visando à formação e a capacitação profissional.

A arqueologia de contrato é uma vertente da pesquisa arqueológica que se consolidou no Brasil principalmente a partir da década de 1980, com a resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (001/1986), que obriga o resgate de sítios arqueológicos sujeitos à destruição por obras que causam impacto em área ambiental. A obrigatoriedade dessa lei mudou o panorama da arqueologia brasileira, tendo em vista o grande número de empreendimentos impactantes no processo de desenvolvimento econômico.

Nos museus, os arqueólogos atuam principalmente como curadores de exposições e de acervos arqueológicos.

É importante ainda ressaltar o trabalho do arqueólogo em ações educativas, realizadas principalmente junto às comunidades onde se encontram os sítios arqueológicos e em escolas públicas ou particulares.

O turismo cultural tem se tornado também um grande beneficiado dessa conjuntura, seja com o aumento de sítios descobertos ou com a conscientização pública acerca da diversidade cultural do patrimônio arqueológico. Nesse contexto, destaca-se a importância do trabalho do arqueólogo, pois pouco vale os muitos sítios arqueológicos encontrados, os milhares de artefatos recolhidos ou, ainda, os mais elaborados circuitos museológicos se a pesquisa arqueológica não estiver comprometida também com a produção do conhecimento acerca do que está sendo apresentado ao público.